Vista das pistas e florestas de Courchevel entre picos nevados dos Alpes Franceses

Alpes Franceses · Méribel & Courchevel

A neve, o chalé
e a arte de viver

No coração da Savoia, dois nomes que definem o esqui de luxo dividem o maior domínio esquiável do mundo: seiscentos quilômetros de pistas ligadas por teleféricos, vilarejos de chalés, mesas estreladas e o savoir-vivre francês em estado de neve. Tudo no seu ritmo, tudo desenhado sob medida.

600 kmde pistas interligadas — o maior domínio esquiável do mundo
3vales ligados por esqui, com um único passe no bolso
85%das pistas acima de 1.800 m — neve confiável a temporada inteira
100%sob medida — vale, chalé e mesa escolhidos para você

O destino

O endereço do inverno
mais desejado dos Alpes

Les 3 Vallées é uma ideia simples levada ao extremo: três vales da Savoia costurados por teleféricos até virarem um único e gigantesco playground branco. Dá para tomar o café da manhã em Courchevel, almoçar num cume a quase três mil metros e voltar esquiando para o chalé em Méribel — sem tirar os esquis, sem repetir pista.

E há a outra metade da equação: aqui o esqui vem embrulhado na melhor versão da França. Chalés de madeira e pedra com lareira acesa, palácios com spas de marcas lendárias, restaurantes estrelados no alto da montanha, champanhe servido na neve ao pôr do sol. Nenhum outro destino de inverno reúne esqui desse tamanho com hotelaria e mesa desse nível.

Méribel e Courchevel são as duas portas de entrada — e têm personalidades próprias: uma é o vilarejo-chalé no centro geográfico do domínio, a outra é a capital mundial do esqui de luxo. Escolher a base certa, o chalé certo e a semana certa é o que muda a viagem — e é exatamente o nosso trabalho.

Esqui & snowboard Chalés & palácios Gastronomia estrelada Famílias Après-ski Spa & montanha
Pistas e teleféricos dos 3 Vallées serpenteando entre picos nevados O domínio · Les 3 Vallées

Primeiro capítulo

Seiscentos quilômetros de possibilidades

Os números dos 3 Vallées parecem exagero até o primeiro dia de esqui: centenas de pistas para todos os níveis, mais de cento e sessenta teleféricos e gôndolas — entre os mais rápidos e confortáveis do mundo — e oitenta e cinco por cento do domínio acima de mil e oitocentos metros, o que garante neve confiável do início ao fim da temporada.

Na prática, isso significa nunca esquiar duas vezes a mesma montanha. Cada manhã abre um mapa novo: um vale para o sol da manhã, outro para a neve fria, um cume para o almoço com vista. Iniciantes têm áreas gentis e protegidas na altitude; esquiadores fortes têm vertentes que não acabam. E quem prefere contemplar cruza tudo de gôndola, com o espetáculo pela janela.

  • 600 km de pistas num único domínio interligado
  • 160+ teleféricos, gôndolas e cadeiras modernas
  • 85% do domínio acima de 1.800 m de altitude
Teleférico subindo à Saulire sobre o vale nevado
O mirante

O alto da Saulire

A 2.738 metros, a Saulire é o cume que Courchevel e Méribel dividem — sobe-se de teleférico pelos dois lados. Lá de cima, os Alpes se abrem até perder de vista, e descem pistas para todos os gostos, das vermelhas amplas ao mítico couloir. É o cartão de visitas do domínio.

Esquiadores no alto do domínio, entre Courchevel e Méribel
Para todos

De um vale ao outro

O grande esporte local é o ski safari: sair depois do café e costurar os três vales num único circuito, parando para almoçar onde a vista mandar. Com um guia que conhece cada atalho, até esquiadores intermediários completam a volta — e voltam para casa com outra régua de esqui.

Gôndolas modernas sobre as pistas dos Alpes Franceses
O conforto

Subir também é um prazer

Gôndolas panorâmicas, cadeiras com capota e assentos aquecidos, filas que quase não existem fora dos picos de férias: a rede de remontées dos 3 Vallées é referência mundial. O tempo entre uma descida e outra vira parte do passeio — não um pedágio.

Vilarejo de Courchevel iluminado ao anoitecer sob a neve Courchevel · O glamour

Segundo capítulo

A capital mundial do esqui de luxo

Courchevel nasceu em 1946 como a primeira estação da França desenhada do zero para o esqui — e não parou de subir desde então. São quatro vilarejos escalonados pela montanha, do charme de aldeia de Le Praz ao ápice de Courchevel 1850, onde palácios, maisons de alta-costura e restaurantes estrelados convivem na beira das pistas.

É o endereço com a maior concentração de hotéis-palácio da montanha francesa e uma cena gastronômica que inclui um três-estrelas Michelin — caso raro em qualquer estação de esqui do planeta. E, no entanto, o esqui continua sendo o protagonista: pistas largas e impecavelmente preparadas que chegam até a porta do hotel, escola de esqui de excelência e a neve tratada como assunto de estado.

  • 1946 — a primeira estação planejada da França
  • 4 vilarejos em altitudes diferentes, de Le Praz a 1850
  • ★★★ Michelin no alto da gastronomia de montanha
Front de neige de Courchevel 1850 com esquiadores chegando ao vilarejo
O coração

Courchevel 1850 & La Croisette

O vilarejo mais alto é o palco: as pistas desembocam na Croisette entre boutiques de alta-costura, joalherias e cafés. Aqui o ski-in/ski-out é levado ao pé da letra — desliza-se do chalé à pista e da pista ao chocolate quente sem tirar as botas.

Pista inclinada do altiporto de Courchevel em meio à neve
A chegada

O altiporto mais famoso dos Alpes

Courchevel tem aeroporto próprio no meio das pistas: 525 metros de pista inclinada a 18,5% — uma das aterrissagens mais cênicas da aviação. Chegar de helicóptero ou avião de montanha, direto de Genebra para a neve, é o começo de viagem mais dramático que existe.

Terraços de restaurantes de Courchevel 1850 ao meio-dia
A mesa

Estrelas Michelin na neve

Nenhuma montanha do mundo come como Courchevel: um três-estrelas dentro de um palácio, casas duplamente estreladas, até um restaurante dedicado só a sobremesas. Reservamos as mesas certas antes do embarque — nas semanas nobres, elas esgotam como as pistas nunca esgotam.

Arquitetura de chalé savoiardo no coração de Courchevel
Para todos

Quatro vilarejos, quatro espíritos

Abaixo de 1850, Courchevel muda de tom a cada curva: Le Praz guarda o charme da aldeia savoiarda original, Courchevel Village e Moriond têm ritmo de família e sol de tarde inteira. A altitude da sua base define a atmosfera da semana — ajudamos a acertar.

Copo de vin chaud com laranja servido na neve
O fim de tarde

Après-ski à francesa

O dia de esqui termina em câmera lenta: vin chaud no terraço virado para o pôr do sol, champanhe na neve ao som de DJ nos clássicos de altitude, chocolate quente para a mesa inteira. Dos terraços eufóricos aos salões discretos, indicamos o tom certo para o seu grupo.

Vilarejo alpino iluminado à noite em meio à neve
Só adultos

A noite de 1850

Quando as pistas fecham, Courchevel acende: vitrines iluminadas na neve, bares de hotel com carta de champanhes enciclopédica, jantares que avançam noite adentro e casas de festa discretas. É a night mais elegante dos Alpes — sem jamais perder a compostura.

Panorama do domínio dos 3 Vallées sob o sol de inverno

Há um momento, no alto da Saulire, em que os três vales se abrem inteiros sob o sol — e alguém sempre fica em silêncio antes da primeira curva. A viagem começa ali.

Do Brasil ao topo dos Alpes, tudo desenhado sob medida
Chalés de madeira e pedra de Méribel cobertos de neve Méribel · O coração

Terceiro capítulo

O vilarejo-chalé no centro de tudo

Méribel nasceu de uma teimosia elegante: em 1938, o coronel britânico Peter Lindsay escolheu o vale de Les Allues para criar uma estação — e impôs uma regra que vale até hoje: aqui só se constrói em estilo savoiardo, de madeira, pedra e telhados de ardósia. O resultado é a estação mais harmoniosa dos Alpes, um vilarejo inteiro de chalés que envelhece bonito a cada inverno.

E há a geografia: Méribel é o vale do meio, o coração exato dos 3 Vallées. Daqui se alcança qualquer canto do domínio e se volta para casa esquiando — razão pela qual esquiadores fiéis a chamam de a base perfeita. O espírito anglo-savoiardo completa o charme: bistrôs de lareira e pubs animados, elegância sem cerimônia.

  • 1938 — fundada por um visionário coronel britânico
  • 100% das construções em estilo chalé savoiardo
  • 2.952 m no alto do Mont Vallon, o gigante do vale
Telhados de ardósia dos chalés de Méribel sob a neve
A alma

Uma vila inteira de chalés

Nada de torres, nada de concreto aparente: em Méribel até os prédios públicos vestem madeira e ardósia. No fim da tarde, quando as chaminés acendem e a neve azula, o vilarejo vira cartão-postal — e o aperitivo na varanda do chalé, o melhor programa da casa.

Chalés e telecabine no vale de Les Allues, em Méribel
A herança

O charme anglo-savoiardo

Fundada por britânicos em solo savoiardo, Méribel herdou o melhor dos dois mundos: a cozinha e a elegância da França, o humor e a convivência fácil dos ingleses. É a estação onde se faz amigos no teleférico — e onde muitos viajantes voltam todos os anos, como quem volta para casa.

O Mont Vallon nevado, o gigante do vale de Méribel
Para todos

Mont Vallon, o gigante do vale

No fundo do vale, a gôndola do Mont Vallon sobe a 2.952 metros para as descidas mais espetaculares de Méribel: quase mil metros de vertical em pistas amplas, com as geleiras da Vanoise na paisagem. É o tipo de descida que se conta no jantar — e se repete na manhã seguinte.

Crianças em aula na escola de esqui, na neve
Com crianças

O vale das famílias

Pistas temáticas para os pequenos, áreas de iniciante protegidas, escolas de esqui de excelência e chalés onde cabe a família inteira — com equipe para cuidar de tudo. Méribel transforma a primeira semana de neve das crianças na história que elas vão contar o ano todo.

Pira e bandeira dos Jogos Olímpicos de 1992 em Méribel
O legado

O gelo olímpico de 92

Nos Jogos de Inverno de Albertville, em 1992, Méribel recebeu as provas femininas de esqui alpino e o torneio de hóquei no gelo. O legado segue vivo: desça a pista olímpica com as próprias pernas e termine o dia patinando na arena que viu a história acontecer.

Descida em neve fofa entre as árvores
Para todos

Esquiar entre os pinheiros

A assinatura de Méribel são as pistas que descem em curvas largas por dentro da floresta de pinheiros — bonitas com sol, mágicas quando neva. São o refúgio perfeito para os dias de céu fechado e o jeito mais cênico de voltar para o chalé no fim da tarde.

Fondue savoiarda tradicional servida à mesa Além das pistas · A arte de viver

Quarto capítulo

A montanha não é só de quem esquia

Metade do encanto dos Alpes acontece fora das pistas. É a manhã de spa com piscina aquecida olhando para os picos, a caminhada de raquetes pela floresta silenciosa, a tarde inteira de lareira e livro no chalé. Quem não esquia não fica de fora — vive a mesma montanha por outro ângulo, no mesmo cenário.

E há a mesa savoiarda, um capítulo à parte: fondue e raclette de queijos da região, tartiflette saída do forno, vinhos de altitude e chocolate quente de verdade. No verão, o mesmo vale troca de figurino — trilhas floridas, lagos de montanha, bike e golfe de altitude — e os chalés viram base para outra viagem inteira.

  • Spas de grandes marcas nos palácios e chalés
  • Verão de trilhas, lagos e montanha verde
  • 0 obrigação de esquiar para se apaixonar
Banheiras aquecidas ao ar livre em meio à neve
O ritual

Spa depois da neve

Piscinas aquecidas com vapor subindo contra o frio, saunas com janelas para os picos, massagens desenhadas para pernas de esquiador. O après-ski mais restaurador dos Alpes acontece de roupão — e nos palácios de Courchevel, os spas são de marcas que dispensam apresentação.

Queijos para a fondue savoiarda
Para todos

A cozinha da Savoia

Entre uma mesa estrelada e outra, a Savoia serve seus clássicos de inverno: fondue, raclette e tartiflette, queijos de alpage e embutidos de montanha, tudo ao redor de lareiras que parecem cenografia — mas são apenas a vida local. Conforto em forma de cozinha.

Passeio de trenó puxado por cães na neve
Com crianças

A neve sem esquis

Trenó em pista dedicada, passeio com cães de trenó, caminhadas de raquete ao entardecer, patinação no gelo olímpico. A montanha rende dias inteiros sem prancha nos pés — para as crianças e para os adultos que preferem a neve em ritmo de contemplação.

Dia a dia

Como a semana se desenha

Um esqueleto de uma semana para dar régua e compasso — nos Alpes, cada dia aceita ser trocado por outro. A duração, o ritmo e as experiências são sempre ajustados a você.

Dia 1

A chegada ao vale

Pouso em Genebra ou Lyon e traslado privativo montanha acima — ou, para começar em grande estilo, helicóptero até o altiporto. No chalé, a lareira já está acesa e o ski room ajusta botas e esquis de cada um. Fondue de boas-vindas e a primeira noite de ar de montanha.

Traslado privativoSki room
Dia 2

Primeiras curvas

Manhã de reconhecimento com instrutor ou guia: cada um no seu nível, do primeiro deslize à retomada de confiança. Almoço num terraço de altitude virado para o sol e tarde de pistas largas para calibrar as pernas — o domínio inteiro pode esperar até amanhã.

Aulas & guiaAlmoço de altitude
Dia 3

O grande circuito

O dia do ski safari: costurar os três vales num único itinerário, com o guia escolhendo as pistas certas para o grupo. Panorâmicas no alto da Saulire, neve fria no vale vizinho e a satisfação de voltar esquiando para casa depois de cruzar o maior domínio do mundo.

3 ValléesSki safari
Dia 4

O dia de Méribel

Manhã no Mont Vallon, com suas descidas de quase mil metros e as geleiras da Vanoise no horizonte. À tarde, as pistas de floresta e um passeio pelo vilarejo de chalés — vin chaud na praça, vitrines e a hora azul pintando os telhados de ardósia.

Mont VallonVilarejo
Dia 5

No seu ritmo

Dia sem pauta: manhã de spa e piscina aquecida, boutiques de Courchevel 1850, raquetes pela floresta ou simplesmente lareira e livro no chalé. As crianças têm trenó e patinação; os esquiadores incorrigíveis, mais um dia inteiro de pistas à disposição.

SpaDia livre
Dia 6

A despedida em grande estilo

Última manhã de esqui nas pistas favoritas da semana e tarde de après-ski com champanhe na neve. À noite, o gran finale: jantar num dos estrelados de Courchevel ou menu do chef servido no próprio chalé, à luz da lareira. A montanha sabe se despedir.

Après-skiJantar estrelado
Dia 7

Até a próxima neve

Café da manhã sem pressa olhando o movimento das primeiras gôndolas e traslado ao aeroporto coordenado com o seu voo. Os esquis ficam guardados na memória do ski room — e a régua de inverno, recalibrada para sempre.

TrasladoVoo de volta
Este roteiro é um ponto de partida, não um pacote. Há quem fique cinco noites, há quem fique dez; há quem divida a semana entre Courchevel e Méribel, e quem emende a montanha com Paris, Genebra ou a Provença. A montagem final é sempre feita a quatro mãos — e sem pressa.

Galeria

O que você vai ver

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Como viajamos

O que muda quando a viagem é desenhada

Uma semana de neve é feita de encaixes: o vale, o chalé, as aulas, os equipamentos, as mesas, os traslados. Cada peça no lugar errado cobra caro na montanha — por isso, tudo já vai resolvido antes de você embarcar.

A base certa, não a mais óbvia

Courchevel ou Méribel? Qual vilarejo, em qual altitude, a que distância da gôndola? A resposta depende do seu grupo — níveis de esqui, crianças, quem não esquia — e nasce do seu perfil, nunca de um ranking.

O chalé ou o palácio

Hotel-palácio com spa e três restaurantes, chalé privado com chef e motorista, ou o meio-termo charmoso? Conhecemos as casas e o que cada uma entrega de verdade — e brigamos pelo quarto certo, virado para a montanha certa.

Ski room resolvido

Skipass na mão, equipamentos ajustados no chalé, aulas e guias reservados nos horários certos — com instrutores acostumados a receber brasileiros. Ninguém perde a primeira manhã em fila de loja de aluguel.

As mesas certas

Os estrelados de Courchevel e os terraços de altitude mais disputados esgotam semanas antes nas datas nobres. Reservamos o jantar de gala e o almoço com vista antes do seu embarque — na mesa boa, não na sobra.

A chegada sem atrito

Genebra, Lyon ou Chambéry; carro privativo, trem ou helicóptero até o altiporto. Calculamos rota, horários e neve na estrada — e o motorista espera com o carro aquecido, mesmo que o voo atrase.

Suporte 24/7

Do embarque no Brasil ao retorno, uma equipe acompanha a viagem inteira. Qualquer imprevisto — um voo, uma aula, um pedido especial no chalé — se resolve com uma mensagem, no seu idioma.

Onde ficar

Três jeitos de morar na neve

Trabalhamos com uma seleção enxuta de casas que conhecemos e confiamos — estes são os estilos que costumam entrar nas nossas viagens. A escolha final é sempre desenhada com você.

O ápice

Os palácios de Courchevel

Courchevel 1850 concentra hotéis com a distinção Palace — o degrau mais alto da hotelaria francesa: spas de marcas lendárias, restaurantes estrelados dentro de casa, ski room com mordomo e as pistas começando na porta.

  • Courchevel 1850Cheval Blanc Courchevel
  • Courchevel 1850Airelles Courchevel
  • Courchevel 1850Le K2 Palace
Privacidade total

O chalé privado

Uma casa inteira só sua, com serviço de palácio dentro dela: chef preparando cada refeição, motorista à disposição, spa privativo, equipe discreta que resolve tudo. Para famílias e grupos, é o formato que transforma a semana — ninguém espera mesa, ninguém divide nada.

Charme alpino

Chalés-hotel & clássicos do vale

Casas de madeira e lareira com poucas chaves, cozinha caprichada e clima de casa de montanha — em Méribel e nos vilarejos de Courchevel. O luxo em versão acolhedora, muitas vezes com acesso direto às pistas e sempre com a alma savoiarda intacta.

Saber antes

O essencial, sem letra miúda

Informações práticas para quem está começando a pensar na viagem.

Quando ir

A temporada de esqui vai de dezembro a abril — e cada trecho dela tem uma personalidade. No verão, o mesmo vale vira destino de montanha verde.

DezembroVilarejos iluminados e clima de conto de fadas. Natal e Réveillon são as semanas mais concorridas — e mais mágicas — dos Alpes.
JaneiroO segredo dos esquiadores: neve fria e abundante, pistas tranquilas e as melhores condições da temporada com o vale mais calmo.
Fev–MarO auge: dias mais longos, sol e neve no ponto. Em fevereiro, as férias escolares europeias enchem o domínio — reserve com antecedência.
Abril & verãoPrimavera na neve: sol de terraço e pistas altas firmes. De julho a agosto, trilhas, lagos e bike tomam conta do vale verde.

Documentos e vistos

Brasileiros não precisam de visto para turismo na França em estadas de até 90 dias — basta o passaporte válido, com folga em relação à data de retorno. Nós conferimos os requisitos vigentes e orientamos o passo a passo antes do embarque.

Recomendamos seguro-viagem com cobertura específica para esportes de inverno — item que muitos seguros comuns não incluem e que na montanha faz toda a diferença. Indicamos as coberturas certas para o seu grupo, incluindo resgate em pista.

Ritmo, fuso e dinheiro

O fuso fica quatro a cinco horas à frente de Brasília, conforme a época do ano — um jet lag gentil. Nas estações, o inglês circula com desenvoltura ao lado do francês, e o clima é menos formal do que a fama de Courchevel sugere: na montanha, elegância é estar confortável.

A moeda é o euro e os cartões resolvem praticamente tudo. Roupas técnicas e equipamentos podem ser alugados na própria estação, em lojas de primeira linha — dá para viajar leve e se equipar por lá, com tudo reservado de antemão.

O que reservar com antecedência

O chalé é o gargalo: as melhores casas e os quartos nobres dos palácios esgotam com quase um ano de antecedência para Natal, Réveillon e fevereiro. Quanto antes a conversa começa, melhor o endereço — e melhores as condições.

Depois do teto, a agenda: instrutores e guias mais disputados, mesas dos estrelados e experiências especiais também esgotam nas semanas nobres. É a camada que garantimos logo depois de fechar o chalé.

Para somar

Para deixar a viagem ainda mais sua

Camadas que se encaixam naturalmente numa semana de Alpes.

01

Dois vales, duas casas

Dividir a semana entre Courchevel e Méribel — o glamour de um lado, o charme de chalé do outro — trocando de casa sem sair do domínio. A mudança viaja de carro; vocês, esquiando.

02

Guia privado & primeiras marcas

Um guia de alta montanha só do grupo: as pistas certas na hora certa, neve intocada fora de pista com segurança e as primeiras marcas do dia antes de os teleféricos abrirem para o público. O domínio inteiro vira mapa pessoal.

03

Um dia em Val Thorens

Esquiar até a estação mais alta da Europa, no terceiro vale do domínio: neve de altitude, panorâmicas de geleira e almoço a mais de dois mil metros — e voltar para o chalé no fim da tarde, tudo pelo mesmo passe.

04

A chegada pelo ar

Trocar a estrada pelo helicóptero: de Genebra ao altiporto de Courchevel em pouco mais de meia hora, sobrevoando o Mont Blanc e pousando no meio das pistas. A viagem começa no melhor assento da casa — o da janela.

05

Ensaio na neve

Um fotógrafo profissional registrando a família na pista, o pedido no mirante da Saulire, o grupo no terraço de altitude — com os Alpes de cenário. A lembrança que valoriza com o tempo.

06

O verão dos Alpes

Voltar quando a neve descansa: trilhas floridas, lagos de montanha, bike nas pistas que viram single tracks e golfe de altitude. O mesmo chalé, o mesmo vale — uma viagem completamente diferente.