Dubai não pede licença: constrói o edifício mais alto, planta uma palmeira de areia
no mar, ergue um museu em forma de anel com poemas escritos na fachada. E, no entanto,
a surpresa maior é outra — por trás do espetáculo existe uma cidade árabe de verdade,
com souks centenários, chá de menta e um deserto que continua mandando no horizonte.
É essa convivência que faz a viagem: de manhã, o elevador sobe ao topo do mundo em um
minuto; à tarde, um barco de madeira cruza o Creek como há cem anos; à noite, o jantar
é servido sobre um tapete, entre dunas, sob um céu inteiro de estrelas. Poucos destinos
entregam tanto contraste em tão poucos quilômetros — e com tanto conforto.
Para o viajante brasileiro, ainda há dois trunfos: o voo direto e diário saindo de São
Paulo, e a entrada sem visto. Dubai funciona como viagem inteira ou como primeiro ato
de algo maior — Maldivas, Sudeste Asiático, safáris — porque meio mundo está a poucas
horas de voo dali. Desenhar essa combinação é exatamente o nosso trabalho.
Burj Khalifa
Souks & Creek
Noites no deserto
Palm Jumeirah
Alta gastronomia
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