Capital há mais de sete séculos, Pequim é a cidade onde o império chinês deixou o
melhor de si: a Cidade Proibida e seus novecentos e oitenta edifícios, o Templo do
Céu onde os imperadores rezavam pela colheita, o Palácio de Verão espelhado num
lago — e, guardando tudo, a Grande Muralha cavalgando as montanhas do norte.
Mas reduzir Pequim aos monumentos é perder metade da viagem. Entre um patrimônio e
outro existe uma cidade deliciosamente viva: os hutongs — as vielas cinzentas onde
os vizinhos jogam xadrez na calçada —, o rito centenário do pato laqueado, os lagos
de Houhai ao entardecer e uma capital contemporânea que virou potência de arte,
design e alta gastronomia.
Esta página percorre a cidade em quatro capítulos: a Pequim imperial, a Grande
Muralha, os hutongs e a Pequim contemporânea. É também a grande porta de entrada da
China — o trem-bala põe Xi'an e Xangai a poucas horas — e combina naturalmente com
outras rotas da Ásia, do Japão
ao Sudeste Asiático.
Desenhar esse recorte é o nosso trabalho.
Cidade Proibida
Grande Muralha
Templo do Céu
Hutongs
Pato laqueado
Arte & design